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quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Sem vergonha de ser nerd

O ex-programador Bill Prady é o cérebro por trás das referências geeks da série The Big Bang Theory.


Os nerds definitivamente estão na moda. Eles deixaram de encher o bolso da camisa com canetas e de repartir ao meio o cabelo lambuzado de gel. Nem gritam “lambda, lambda, lambda” mais por aí. Hoje, usam camisetas modernas, são vistos como seres carinhosos e, preconceitos de lado, sociáveis. E até pegam garotas...

Estereótipos à parte, o maior exemplo da nova safra de nerds é o seriado The Big Bang — A Teoria. A terceira temporada estreou no Brasil no fim de outubro, no Warner Channel. O segredo do sucesso da comédia está no carisma dos personagens, quatro cientistas donos de notebooks tunados, que se divertem promovendo noitadas do game Halo em casa. O seriado é obra do americano Bill Prady, 49 anos, produtor executivo, roteirista e criador da série ao lado de Chuck Lorre. Ex-programador, ele tem um visual CDF à moda antiga, com camisa abotoada até o pescoço

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Microsoft diz que BitLocker aguenta o tranco





A empresa admite que o sistema de criptografia do Windows 7 não é infalível. Mas nega que tenha sido quebrado e diz que ataques bem sucedidos são improváveis.

Várias notícias sobre a quebra do sistema de criptografia BitLocker, presente nas edições Ultimate e Enterprise do Windows 7 e do Vista, circularam nos últimos dias. Uma delas, que comentei neste blog, é da Passware, companhia especializada em software para investigações criminais. Essa empresa anunciou um utilitário capaz de recuperar as chaves criptográficas do BitLocker. Com o programa, seria possível decifrar os arquivos criptografados e ter acesso ao conteúdo sigiloso.

Outra notícia veio do laboratório alemão Fraunhofer SIT, que demonstrou que é possível arrombar a proteção proporcionada pelo BitLocker em certas situações. “Se o proprietário deixar o computador sozinho num quarto de hotel, uma camareira maluca pode sabotar o micro”, diz um artigo publicado no site da Fraunhofer SIT. A “camareira maluca” poderia instalar um software registrador de senhas. Numa ocasião posterior, alguém poderia usar essas senhas para roubar as informações sigilosas. Afinal, o BitLocker não protege o que é digitado no teclado.

Paul Cooke, do grupo que cuida da segurança do Windows na Microsoft, publicou uma resposta no blog da equipe. Cooke (não vá confundir com Paul Cook, o baterista dos Sex Pistols) diz que não há novidade nessas notícias. Para ele, os cenários em que esses ataques podem ter sucesso são improváveis. Cooke observa que, para usar a ferramenta da Passware, é preciso ter acesso ao micro quando ele está ligado. Se o usuário tiver o cuidado de desligá-lo ou colocá-lo em hibernação quando se afastar, não haverá perigo de alguém roubar os dados sem ele perceber. De fato, a própria Passware diz que é preciso ter acesso ao conteúdo da memória para usar esse arrombador digital, algo só possível se o computador já estiver em uso.

O ataque previsto pela Fraunhofer SIT tem a mesma limitação, diz Cooke, com o agravante de que o ladrão de dados terá de ter acesso ao micro pelo menos duas vezes. Na primeira, ele deverá instalar algum software para capturar senhas. No segundo acesso, poderá coletar os dados sigilosos. “O BitLocker foi projetado para proteger os dados em repouso, quando a máquina está desligada”, diz Cooke. Resumindo, a Microsoft reconhece que a fechadura que ela criou não é infalível. Em certas situações, a segurança pode ser burlada. Mas diz que, se o usuário tiver cuidado, isso não deve acontecer. O fato é que não existe segurança infalível. A proteção a dados sensíveis sempre vai depender de um conjunto de atitudes e dispositivos de proteção. O BitLocker pode ser um deles ou não.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Paranormal Activity (Atividade Paranormal) - Trailer HD

Grandes jornais se aliam ao Google em novo projeto

O Google formou uma aliança com os jornais The New York Times e The Washington Post para lançar um novo serviço com o objetivo de facilitar o acompanhamento de notícias. Chamado Living Stories (Histórias Vivas), o novo projeto estreou na seção experimental de laboratórios do Google e pode ser acessado pelo site www.livingstories.googlelabs.com.

O serviço agrupa as histórias por temas, como o da reforma do sistema de saúde em andamento nos Estados Unidos, a guerra no Afeganistão ou o aquecimento global. O Google informou que não planeja pagar os jornais por seu conteúdo e que não prevê, por enquanto, vender espaço publicitário na página experimental.

A atitude "amistosa" do New York Times e do Washington Post com o Google contrasta com a de outros como o Wall Street Journal. Rupert Murdoch, presidente do grupo editorial News Corp, proprietário do Wall Street Journal, é um dos principais críticos da ferramenta de busca, acusada por ele de beneficiar-se do trabalho de outros. O magnata ameaçou, inclusive, proibir o Google de utilizar as histórias da News Corp, incluindo as do Wall Street Journal.

O New York Times, pelo contrário, vê o Google como um aliado, segundo Martin Nisenholtz, responsável pelo setor de Operações na Internet do jornal, que disse na terça-feira, durante uma conferência em Nova York, que o diário tem uma relação "muito bem-sucedida" com a ferramenta de busca.